O site Candango anda muito bonzinho, ultimamente. Dia desses eles soltaram matéria com uma programação voltada para quem está solteira (aliás, solteiríssima!). Só que esse evento é bem diferente dos demais já anunciados por lá (e por qualquer outro site). É a "balada" perfeita, pois você entra solteira e tem chances reais de sair NA-MO-RAN-DO!
Duvida?
Olha só:
Sucesso na Europa e nos Estados Unidos, o Speed Dating chega a Brasília. O evento, que será realizado na quarta-feira, 28 de setembro, é um jeito moderno e divertido de conhecer pessoas. No Genaro Jazz Café, sete mulheres e sete homens (da mesma faixa etária) terão sete minutos para conversar com todos os participantes do sexo oposto.
As mulheres ficam sentadas em mesas ou sofás para acomodar duas pessoas ao mesmo tempo, enquanto os homens fazem uma espécie de rodízio de mesa em mesa. Uma buzina ou campainha alerta quando o tempo de conversa para cada casal acabou e o participante deve se dirigir à próxima mesa. Esse rodízio acontece até que todos os casais tenham se conhecido.
Após a conversação, os participantes entregam cartões com sua avaliação sobre os “pretendentes” para a organização, que analisará as escolhas de cada um. Se duas pessoas registrarem interesse mútuo em se ver novamente, tanto para relacionamentos como para amizade, seus contatos serão repassados.
Para participar é necessário inscrever-se de acordo com a sua faixa etária, mediante o pagamento da taxa de R$ 30,00. As inscrições podem ser realizadas pelo site ou pelo e-mail eu@querospeeddating.com.br. Um e-mail de confirmação será enviado ao participante.
Animou? Se procura namorado, corre e se inscreve!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Speed Dating
terça-feira, 13 de setembro de 2011
O Primeiro Contracheque
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O Primeiro Porre
Meu primeiro porre foi coletivo – e acidental, diga-se de passagem! É claro que não fui para o “evento” (éramos quatro amigas e cinco coleguinhas) mal intencionada, pensando em como cada gota daquela bebida me deixaria passada. Eu acreditava piamente que aquela cachaçada era só mais uma reuniãozinha feminina, com direito a alguma paquera e boas risadas.
Talvez deva confessar que fui um tanto ingênua. Afinal, eram cinco litros de cachaça só para a gente. Quer dizer, só para as mulheres, pois chegamos primeiro ao local, sem qualquer notícia sobre o aparecimento futuro dos amigos – e pretendíamos beber tudo. Fomos curtindo a vibe, entornando copos, como se não houvesse amanhã – horas depois, realmente parecia que não haveria.
Lembro-me que estávamos muito felizes. Ríamos de tudo. Aquela noite parecia mais especial do que as outras, sei lá. Os meninos foram chegando e ainda assim o clima continuava bacana, talvez até melhor do que antes, o que era muito curioso, pois os homens costumavam estragar um pouco a felicidade despreocupada e devassa das mulheres, fazendo-nos sentir péssimas por não sermos donas de casa subservientes.
Foi só então que me dei conta de que quatro garrafas já tinham ido para o saco e então comecei a pensar que estávamos bem demais depois de tantas branquinhas. Como assim ninguém passou mal? Está todo mundo articulando palavra, dançando, rindo? Ninguém precisa de glicose?
Cada garota foi então “cuidar” da sua vida. Só nos reencontramos no final da noite, apesar de termos continuado todas na mesma balada. E que final de noite!
De repente, vejo minhas duas grandes amigas caindo pelas tabelas, bêbadas até o talo, com caras horríveis de arrependimento. Corri, preocupada. Foi aí que ouvi o primeiro choro. “Fiquei com ele. Meu Deus! Como? Ele tem namorada! E eu nem o achava bacana, lembra? Torci o nariz para ele na aula!”. Mais choro convulsivo e lágrimas, muitas lágrimas.
A outra, que aparentemente não tinha feito nada de errado – a não ser dançar de forma provocativa com três dos cinco convidados –, desatou. “Cara, que isso! Não chora! Você fez merda, eu fiz merda, a vida é uma merda... Quer dizer, sei lá! Mas passou! Agora, preciso dizer que estou é com pena dele, porque sei que você vai partir o coração do coitado”.
Pela conversa, era difícil dizer quem estava pior. Fiquei olhando aquela cena caótica, meio rindo, meio preocupada, até que uma chamou o Raul. “Ah, então ela está pior...”. E aí a outra cuspiu um caldo encaroçado e ácido na mesma intensidade e volume da outra. “Hum, pho-deu. Estão todas po-dres”.
E aí já nem havia tempo para os meus lamúrios, choros, meu vômito (na verdade, eu estava mesmo ótima e tinha adorado a noite). Água, água, água. Todas no carro. Obrigada, meninos, mas precisamos mesmo ir. Passando mal? Que isso! Elas estão ótimas. Só com sono mesmo. Sabe? Coisa de mulher. Já ouviu falar em sono da beleza? Amanhã ligamos. Não se preocupe. Não vamos sumir. Ei, que chatice. Estamos indo embora! Vou fechar o vidro agora! Para de enfiar sua língua na minha amiga!
Nem sei como consegui deixá-las em casa intactas, vivas. Mas o fiz. Cada uma chegou em casa respirando e então fui descansar. Não tive ressaca, não dormi mal e nem fiquei com peso na consciência. Juro! Foi um porre tão light que pensava repeti-lo qualquer dia daqueles. Só para desafiar quem ousasse falar qualquer coisa negativa sobre o excesso de bebida.
Foi então que recebi, por e-mail, as fotos da festa, tiradas por um dos meninos, bem no estilo “Se beber, não case”! Quê?????? Não sei explicar, mas de repente entendi perfeitamente o que queriam dizer sobre o tal PESO na consciência...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O Primeiro Casamento
Difícil escrever sobre o primeiro casamento. Difícil porque ele representa um milhão de coisas diferentes, da memória mais feliz à memória mais deprê, tudo dependendo da idade em que a mulher se encontra. Claro. Quer dizer, pelo menos no meu caso.
Desde pequena somos treinadas para brincar de casinha, cozinhar, arrumar o lar para o marido perfeito e se manter deslumbrante 24/7. Veja a Barbie! Que influência mais surreal. A mulher é linda, magra, vive maquiada, só tem roupas fashion, unhas feitas... E a bicha ainda é rica e manda bem em todas as áreas da vida. Pho-da!
Graças a isso, passamos anos e anos sonhando com o Ken, príncipe encantado, e com o tal do casamento, que deve ser uma coisa mesmo maravilhosa. Afinal, se a Barbie que é a Barbie casa, por que não iríamos querer destino semelhante? E aí vem aquela coisa idealizada: sonhamos com o casamento perfeitooooooooo dia e noite e nossas mães, teoricamente experientes, nos dão corda!! Deveriam ir para a cadeia por conta disso!
Até que você larga as bonecas e começa a frequentar a escola cheia de meninos. Vocês se dão bem, brincam, jogam bola, rolam na terra. Mas quando alguma amiga insinua que está na hora de dar o primeiro beijo, sua vontade é vomitar. Simplesmente colocar o enroladinho de salsicha para fora. E aí você se dá conta de que, para ter o tal casamento perfeito, você VAI ter que beijar. E é aí quando você promete para si mesma que jamais vai encostar os beiços em alguém, quanto mais trocar alianças.
Mais tarde, quando consegue se livrar do pânico do primeiro beijo e anda toda saidinha, o sonho do casamento volta à tona. Nessa fase, você está na faculdade, curtindo a vida adoidado, namorando bastante, saindo, conhecendo meninos diferentes e, de vez em quando, permite-se pensar no tema e fazer planos nada detalhados sobre o casório. Basicamente, com que idade casaria e quantos filhos teria. Só.
Aí, lá para os 24, 25 anos, você começa a ficar em estado de alerta, pois faltam só dois anos para se casar, segundo seus planos originais, apesar de ainda não ter encontrado O cara. E como se leva um ano para organizar tudo, após o pedido, o tempo anda mesmo apertado, você conclui. Pior é que falta o futuro esposo, o cara que vai pedir sua mão em casamento e vai amá-la para sempre, mesmo gorda, enrugada e baforenta e, sem ele, fica meio complexo colocar o plano em prática. Você até pensa em reservar a igreja, mas como essa é aquela fase em que ainda dá tempo de procurar alguém bacana, você decide esperar um pouco. Quem sabe alguns meses? Afinal, você é jovem, recém-formada e o mundo começa a desabrochar diante de seus olhos.
De repente, quando você menos imagina, suas amigas estão todas se casando e sua vida se resume a arrumar vestidos para as diferentes cerimônias e agendar maquiagem e cabelo. Solteira, você imagina encontrar alguém interessante nas festas, regadas de champagne e de um sentimento profundo de fé nos relacionamentos. Quer dizer, por parte das mulheres, pois os homens continuam fazendo o que sabem melhor: encher a cara e passar o rodo (ou anotar telefones para passar o rodo depois, sem testemunhas – pior que você só saca isso depois, quando já é tarde demais).
Aos 30, não é só a década nova que a deixa arrasada. Cadê a porra do anel que você já deveria ter recebido do cara que, teoricamente, vai amá-la na alegria e na tristeza, na saúde e na doença???? Coisas como príncipe encantado, casamento dos sonhos e um ano de planejamento para a festa de desencalhe parecem coisas estapafúrdias! Afinal, com essa idade, quem liga para isso? O lance é trocar de estado de civil. O resto que se dane. E ai de quem lembrar que as amigas estão planejando ou TENDO o segundo filho!!! Morraaaaaaaaaa!
A insanidade é tamanha que você esquece o romantismo e parte para os finalmente. Toda saída é detalhadamente planejada e você parte de casa armada com listinhas de MUST HAVE para ticar, conforme conversa com os caras. O único pró dessa idade é que a lista é ridiculamente minúscula. Afinal, balzaca encalhada e desesperada não tem muito o que escolher. Basta articular palavra (qualquer uma) e ter aquilo que balança em bom estado de funcionamento. CHECK!
E a crônica termina aqui. Por quê? Porque, querida, após os 35 anos ninguém mais fala em casamento. E não porque voltamos àquela fase de curtir e aproveitar a vida, enquanto o Mr. Big não aparece. É porque viramos amebas e amebas não casam. Ou casam? Socorrooooooooooooooooooo!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O Primeiro Filho
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O primeiro término
Você nunca tinha se apaixonado por alguém antes, então não fazia ideia de como seria ficar sem a tal pessoa amada. Só que, um dia, você começa a namorar – e seu coração se perde pelo dele no prazo exato de um mês. Você, que sempre esteve solteira, agora não pode imaginar voltar à vida de antes. Não me entendam mal. Ninguém morre por ficar sozinha, ninguém é infeliz porque está solteira, mas é muito bom ter alguém (muito mesmo).
Então, você namora e descobre os encantos de estar apaixonada. Vive nas nuvens, sorrindo e, por um minuto, acha que encontrou o homem da sua vida. Mas os dias passam, as brigas aparecem, a chapa esquenta e vocês terminam. E o fim do primeiro namoro traz sensações as mais loucas e contrárias.
Por um lado, você sofre loucamente, afinal nunca terminou um namoro, nunca se apaixonou por alguém (e depois precisou aprender a ficar sem ela), jamais havia criado laços tão profundos de parceria e intimidade para depois voltarem a ser completos estranhos. E isso, além de ferir o coração virgem da gente, traz consigo um fato doloroso: os homens não são príncipes (muito menos andam em cavalos brancos), os relacionamentos dão trabalho (e estão longe de ser um poço permanente de alegria) e, bem, a decepção sempre fará parte da nossa vida, ainda que em doses controladas (outros não têm tanta sorte).
Só que, apesar dessa dor absolutamente nova e dilacerante, existe um lado positivo em tudo isso. Você conheceu profundamente uma pessoa maravilhosa, que talvez jamais cruzasse seu caminho, e essa pessoa lhe ensinou muito, lhe permitiu viver coisas maravilhosas, momentos inesquecíveis... E então você cresceu, amadureceu e seguiu em frente, em busca de novas experiências, novos amores, sorrisos, afagos. E não há nada melhor do que essa bagagem que a gente vai fazendo ao longo da vida.
Mas o melhor de tudo ainda (vocês sinceramente acharam que eu terminar o texto sem qualquer ironia?) é que, quando o primeiro namoro termina, você é ainda muito JOVEM, magra e esbelta para se preocupar com o término. Esse foi só o primeiro de muitos. Por isso, fica difícil entender por que as mulheres vão ficando tão neuróticas com esse papo de casamento, filhos ou (argh) ficar para a titia. E pode ter certeza de que, enquanto pensar assim, choverão pretendentes!
Agora, deixa só você virar balzaca e começar a ficar obcecada com desencalhar! Aí, querida, a história é outra. O fim do namoro vira dramalhão de primeira e você acha que Deus tem birra contigo. Por isso, experimente muito enquanto pode, enquanto é jovem, até mesmo para saber que tipo de homem a faz feliz, porque depois, quando já não é mais você quem dita todas as regras do jogo, o negócio é ir com a maré e se abrir para o que vier pela frente!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
E quando é você quem enfia o pé na jaca?
É muito legal conhecer aquelas pessoas moralistas, cheias de regras, que dizem que não fazem isso ou aquilo, vivem irritadas com os erros da humanidade e passam seus dias condenando as escolhas dos demais seres, tão pecadores, sujos, baixos... Eu nem as condeno, pois, muitas vezes, dou uma de moralista e saiu cuspindo regras por aí...
Mas, voltando... Digo que é muito legal porque elas parecem ter tanta clareza do que querem, de quem são, de como será o futuro, de quais problemas vão enfrentar e que ferramentas usarão para resolver tudo, mas todos sabemos que a vida é imprevisível. Quando você acha que desvendou a bichinha, ela vem e dá uma rasteira em você. E isso acontece com frequência, cotidianamente. Então, é meio hilário ver como essas pessoas asseguram ter as respostas para tudo – e, pior ainda, alardeiam isso para o mundo inteiro, orgulhosas.
Mas mais legal ainda do que conhecê-las é vê-las quebrar suas próprias regras, porque, eventualmente, acabamos cuspindo no prato que comemos. Cedo ou tarde. Fato. Mais magnífico ainda é presenciar a quebra da regra. Aí é o suprassumo.
Por exemplo, você, que nunca imaginou fazer mal a uma mosca, um dia vai e faz uma cagada daquelas. Mete os cornos no seu amado, no homem da sua vida, no cara com quem sonhava ter dois bambinos europeus – e isso após anos condenando qualquer forma de traição!
Quem diria que aquela festa iria render algum babado? Só casais, todos mais velhos, levemente sonolentos, uns até babando, em uma cena típica de chá da tarde britânico... Até que chega o melhor amigo do seu namorado, único solteiro do pedaço (e seu namorado viajando a trabalho). Ele traz vódega com energético, porque é cool ter amnésia no dia seguinte – e também porque ele sabia que só ia ter bebida de trouxa na festa.
Você dá uma de moderna e sai virando a mistura, só porque, quando tinha 20 anos, podia tomar todas e ainda terminar a balada em pé. É claro que aproveita para conversar com o amigão do namorado. É sempre bom fofocar com alguém mais jovem, afinal ninguém merece se impregnar de rugas tão cedo na vida.
Só que, óbvio, meia hora depois você está completamente bêbada. E aí, phodeu! Você começa a olhar fundo nos olhos do amigo, acha que ele está paquerando você, sobe aquele calorzão... Falar alto, gesticular como uma doida e rir escandalosamente são os próximos passos. Quando você nem sabe mais seu nome, abre o primeiro botão da blusa, enrola o cabelo e começa a fazer o olhar 43.
É claro que o amigo saca tudo, mas ele ainda pensa um pouco antes de partir para o ataque. Bom, que se dane. Vocês vão embora e ninguém pensa um minuto no coitado do namorado. No dia seguinte, tudo fica mais claro. E aí, querida, choro é pouco. Você se descabela, pensa em fugir do País, começar a ter ideias próprias de um psicopata... E, claro, implora para o amigo não contar! Mas, lá dentro, sabe que amor acabou ali. De volta à solteirice, biiiiitchhhhhhhh!
Depois da fase desespero total, você começa a se acalmar. É quando pensa em ligar para o amado e contar tudo antes que qualquer um (como fez a Carrie Bradshaw no filme, mas filme é outra coisa... Sabe como é, né?), na esperança de que ele se surpreenda com o gesto e a perdoe.
Mas não rola nada disso. Ele fica sabendo, pelo amigo, que depois de alguns meses voltará a ser tão brother como antes. E você, querida, vai ser para todo o sempre a vagabunda da história, a galinha, a safada e a mau caráter que destruiu o coração de um homem puro. Mulheres vão se revoltar ao ouvir seu nome e amaldiçoar sua existência ao saber que você estragou um cara que tinha futuro e que hoje não passa de um canalha de merdha.
Logo você que tinha repulsa da palavra traição...
É... um chifre, é o chifre, é o chifre, é o chifre.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Pressão, pressão, pressão
É fogo! Ser mulher é tãoooo complexo!!! Só pressão, pressão, pressão! Fiquei de cara com o resultado desta pesquisa...
Casais são mais felizes quando a esposa é mais magra que o marido, diz estudo
A relação entre a gordura corporal da esposa e do marido tem influência na felicidade do casal. Um estudo da Universidade do Tennessee mostrou que quando o índice de massa corporal (IMC) da mulher é menor que o do homem ambos se mostram mais felizes no momento do casamento e após quatro anos. O IMC é um cálculo feito a partir do peso e da altura da pessoa e é utilizado para estimar a gordura corporal.
Os pesquisadores analisaram 165 casais recém-casados e acompanharam os níveis de satisfação pelos primeiros quatro anos de casamento. O IMC mais alto das mulheres estava relacionado a uma maior satisfação delas no início do casamento que diminuiu com o passar do tempo. Para os homens essa situação gerou menor satisfação no início do casamento que não piorou com o passar dos anos.
Independente do peso absoluto do casal, mulheres com IMC menor que o do marido mostraram maior satisfação com o casamento ao longo do tempo, assim como seus maridos. As mulheres iniciaram o casamento com níveis altos de satisfação em todos os casos, mas as que tinham IMC maior que o do marido apresentaram queda mais acentuada na satisfação através dos anos. Já os homens tiveram satisfação inicial maior quando a esposa tinha menor IMC e mantiveram-se satisfeitos nos quatro anos seguintes.
Os pesquisadores concluem que a pressão para as mulheres manterem um peso mais baixo é maior (jura? Nunca nem tinha ouvido falar nisso...), já que a importância do seu IMC no relacionamento é maior.
Os dados mostram que a relação entre o casal e não o peso absoluto que importa, é possível ter mais satisfação no casamento encontrando o parceiro certo (essa conclusão é absurdamente óbvia! Foi preciso um estudo para afirmar isso? Gentem, eu quero ser pesquisadoraaaaaaaa).
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O primeiro chifre
Vocês estão no maior love. Te amo pra cá, eu-é-que-te-amo-mais-do-que-tudo-coisa-fofa pra lá! Um grude (chega a ser um tanto insuportável)! Naquele momento, você se dá conta de que vive no Paraíso! Está com o homem da sua vida, no namoro perfeito, seguindo no rumo com o qual sempre sonhara (casamento, filhos; o pacote completo). Uma coisa tão perfeita que você só tinha visto cena igual nos livros de contos de fada. Quer dizer, até descobrir que ele anda traindo você.
Pois é. Você achando que estava abalando o mundo dele, querida, e ele lá, beijando a fulaninha e fazendo novos planos (sem comunicá-la, claro. Afinal, ele precisava achar alguém para fazer a “transição” para só então informá-la das novidades). O tal namoro maravilhoso do qual você tanto se gabava foi para o saco. Aliás, talvez nunca tenha existido. Afinal, você sabe ao certo quando ele começou a te encher de galhos?
O pior é que a primeira coisa que toda mulher faz é se perguntar: onde foi que errei? Como se a culpa pela traição do cara fosse sua, como se o fato de ele querer pegar um arrastão de piriguetes tivesse qualquer relação contigo, como se o fato de ele ter “problemas de intimidade” fosse da sua conta. Mas ainda assim você se culpa (e começa a fazer uma lista de coisas para recuperar o canalha da sua vida).
O próximo passo é morrer de chorar na frente do cara, pedir perdão, implorando para que ele volte contigo, e prometer mundos e fundos, abrindo mão de várias coisas que ama. Tudo para ter o looser de volta à sua vida. Por que, santinha, por quê? Está precisando de esmola?
Aí vem a fase três, da raiva. Você não pode ouvir o nome dele que explode, não pode escutar aquela música que era a cara do namoro de vocês, não quer nem ouvir alguém mencionar qualquer coisa que lembre remotamente que ele existe. Sua vontade é jogar uma bomba atômica na casa dele ou capá-lo com um alicate de unha. Enquanto isso, ele engata a terceira com a nova piriga.
Por último (e para incredulidade geral), você coloca na cabeça que ele ama a vagaba porque ela o conquistou à força, fez com que ele terminasse o relacionamento e o obrigou a ficar com ela (nem se a menina fosse o Daniel San do Krav Maga isso seria possível, mas, beleza, estou adorando seu raciocínio). Sendo assim, o óbvio é armar um barraco, acabar com a raça da garota, queimar o filme dela na praça, mostrá-la quem é a chifruda do pedaço! Tudo por causa do porcalhentozinho. Tsc, tsc.
Fala sério. Não seria melhor aceitar o chifre e tocar sua vida? Tudo bem, ninguém gosta de ser chifrada. Mas e agora? O que pode ser feito? Nada, colega, porque o chifre já está ali, bem no meio da sua testa, para todo mundo ver. Então, dignidade! Esqueça o cara e o feito, volte para o caminho da luz e siga em frente. Quem tem que se preocupar com o leite derramado é ele. E se ele não se preocupa em ser uma pessoa infiel, desleal, descarada e fraca, não é você que vai se encher de rugas.
terça-feira, 12 de julho de 2011
O primeiro namorado
Cheguei à conclusão de que não damos nenhuma importância ao primeiro namorado, pelo menos não naquele momento. É claro que é gostoso, que ficamos felizes e radiantes, que curtimos o lance todo, mas, sendo bem sincera, ficar juntos parece uma coisa natural, espontânea, até mesmo óbvia. Você é uma garota maneira, inteligente, bonita; ele é um gato, simpático, esperto. Como poderia ser diferente? Os dois se gostam, estão solteiros... Por que não?
